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Exames Otoneurológicos

Vectoeletronistagmografia

O exame otoneurológico pode ser indicado pelo otorrino por diversas causas, mas os pacientes mais comuns são os que apresentam queixa de tontura que pode vir acompanhada por: náuseas, vômitos, sudorese e até por alterações gastrointestinais, dor nos olhos e / ou dor de cabeça, Sensação de flutuação, Zumbido, Perda auditiva, Dificuldade de entendimento vocal, Distúrbios de atenção auditiva e outros sintomas associados.

Avalia o equilíbrio corporal, composto por procedimentos semiológicos (audiometria, testes de discriminação vocal, imitanciometria, que visam a confirmar a presença de lesão auditiva e/ou vestibular, localizando-as em nível periférico (labirinto e/ou VIII nervo crânio) ou central (núcleos, vias e inter-relações no sistema nervoso central), determinar o(s ) lado(s ) e estabelecer o prognóstico.

A vectoelectronistagmografia (Teste Vestibular), é um exame em que se coloca três eletródos ativos (temporal direito, temporal esquerdo e frontal) que serve para registro de movimentos oculares normais e anormais (nistagmo) que podem traduzir alguma anormalidade do labirinto, avalia a função vestibular. Sendo que durante o registro do exame estimula-se os labirintos com ar ou água por um período curto. Através dele poderá se confirmar se há ou não a afecção vestibular, evidenciando o labirinto lesado, diagnosticando e diferenciando as alterações periféricas e centrais.

Vectoeletronistagmografia com provas calóricas com ar ou água

A vectoelectronistagmografia (VENG), é um exame em que se coloca três electródios ativos (temporal direito, temporal esquerdo e frontal) que serve para registro de movimentos oculares normais e anormais (nistagmo) que podem traduzir alguma anormalidade do labirinto, avalia a função vestibular. Sendo que durante o registro do exame estimula-se os labirintos com ar ou água por um período curto.Através dele poderá se confirmar se há ou não a afecção vestibular, evidenciando o labirinto lesado, diagnosticando e diferenciando as alterações periféricas e centrais. 

Registro do nistagmo pendular

Nesta prova o paciente deve acompanhar o movimento de um pêndulo com os olhos, sem mover a cabeça. Existem quatro tipos de rastreio pendular. Os indivíduos normais poderão apresentar rastreio de tipo I (curva sinusoidal) ou de tipo II, com uma reentrância de um dos lados da curva. Os pacientes com alterações e centrais também podem ter o rastreio semelhante ao do individuo normal. Nesses casos, as alterações que indicam o comprometimento central ou periférico estarão em outras provas do exame vestibular. O tipo III poderá aparecer em alterações periféricas ou centrais. Ele ocorre em função da superposição de um nistagmo espontâneo de olhos abertos na curva do rastreio. O tipo IV será sempre de origem central, onde o paciente não consegue seguir o movimento do pêndulo.

Pesquisa do nistagmo optocinético

Este nistagmo é pesquisado com um tambor que possui faixas pretas e brancas, cuja rotação apresenta velocidades programáveis, no sentido anti-horário, no plano e horário, no plano horizontal. No sentido do horário do tambor, o nistagmo produzido é horizontal para a direita e no sentido anti-horário, nistagmo horizontal para a esquerda. Na pesquisa deste nistagmo, é importante verificar a presença e a simetria das respostas.

Quando a assimetria se fizer presente, é fundamental observar se o nistagmooptocinético está sofrendo influência de um nistagmo espontâneo de olhos abertos.

Marcius